Conhecida principalmente por ser uma das principais figuras da história das escolas de samba, a porta-bandeira da Portela Vilma Nascimento, 85 anos, denunciou ter sofrido racismo ao ser acusada de furto no Aeroporto Internacional de Brasília, na última terça-feira (21/22).

Escolas de samba saíram em sua defesa, assim como diversos políticos, que reagiram à situação.

A escola de samba pela qual Vilma Nascimento repudiou o racismo sofrido pela porta-bandeira. “A luta por uma sociedade mais justa e humana passa pelo combate ao racismo. O G.R.E.S Portela repudia veementemente o preconceito sofrido por Vilma Nascimento, o Cisne da Passarela, no aeroporto de Brasília, em companhia de sua filha Danielle Nascimento”, .

O coro foi endossado pela Mangueira, escola de samba também do Rio de Janeiro. “Não vamos mais tolerar o racismo! Nosso povo se reconhece em dona Vilma e exigimos respeito, nossa cor da pele não pode mais ditar o tratamento que vamos ter, seja onde for”, escreveu em nota a Mangueira.

Políticos do governo reagem

A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, foi uma das primeiras políticas a reagir à denúncia de racismo. “São absurdas e inadmissíveis as acusações racistas feitas por funcionários de uma loja do aeroporto de Brasília a Vilma Nascimento, Baluarte da Portela e lenda viva da cultura negra brasileira”.

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